Lixo e chuva: março está chegando e pede maior consciência ambiental e no controle de pragas.

Em nossos posts anteriores, falamos muito sobre pragas urbanas – como baratas, mosquitos e escorpiões. Contudo, estamos passando novamente aqui para lembrar que eliminar esse problema também passa por nossa conscientização ambiental. Com a proximidade de março, mês marcado pelas chuvas intensas que fecham o verão, é hora de lembrar que chuva e lixo são uma mistura que traz muita dor de cabeça – especialmente nos centros urbanos.

Do final de 2020 para cá, foram publicados alguns dados preocupantes. De acordo com a última edição do Panorama dos Resíduos Sólidos, levantamento realizado pela Associação Brasileiras das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), cada brasileiro descartou 170 quilos de matéria orgânica ao ano. Em uma década, a quantidade de resíduos produzidos passou de 67 milhões toneladas/ano para 79,6 milhões toneladas/ano, um salto de 19% em relação a 2010.

De acordo com o relatório, ainda, a quantidade de resíduos coletados cresceu em todas as regiões do país e, em uma década, passou de cerca de 59 milhões de toneladas em 2010 para 72,7 milhões de toneladas. Mas a destinação final dos resíduos sólidos urbanos ainda deixa a desejar: 40,5% do lixo coletado vai para locais inadequados.

Resíduos de construção e demolição também são um problema enfrentado em todas as regiões brasileiras. O relatório mostra que os municípios registraram aumento no período analisado, passando de 33 milhões de toneladas, em 2010, para 44,5 milhões, em 2019.

Basta esse recorte para que possamos entender o tamanho do desafio que temos à frente. A Detecta está aqui para assegurar que seu dia a dia fique livre das pragas urbanas e dos microorganismos nocivos à saúde. Mas viver em um planeta que consome e descarta de forma consciente depende de todos nós!

Somos referência no controle de pragas. Entre em contato com a Detecta e saiba mais:

Telefone (19) 3268.6200

WhatsApp (19) 3245.0723

E-mail: contato@detecta.com.br

Ou acesso nosso site: www.detecta.com.br

Ano novo, velhos problemas: mosquitos, pernilongos estão de volta.

Ano novo, velhos problemas: mosquitos e pernilongos estão de volta

Mosquitos, como o Aedes aegypti, continuam à solta e espalhando diversas doenças. Somente em 2020, o Ministério da Saúde contabilizou 979 mil casos suspeitos de dengue no Brasil, quase 80 mil notificações de chikungunya, mais de 7.000 de zika e 19 de febre amarela.

O brasileiro está bastante consciente sobre os perigos que esses insetos representam, mesmo durante a pandemia de coronavirus. Uma recente pesquisa da SC Johnson mostrou que 93% da população está preocupada com as doenças transmitidas por mosquitos, e que 88% não deixam água parada em lugares como baldes, tanques, garrafas e ralos.

Mas grande parte das pessoas ainda se arrisca fora de casa sem os devidos cuidados – 62% delas afirmaram que não costumam usar repelente quando saem ao ar livre. Essa informação é preocupante pois, apesar de haver mais conscientização, o número de casos provocados pelo Aedes aegypti e outros vetores ainda é bastante alto.

O controle desses insetos é bastante complicado, principalmente no verão, época em que as chuvas são mais constantes e as temperaturas, mais altas. Tais fatores favorecem a proliferação tanto dos pernilongos quanto de borrachudos, (nomes populares), que se instalam em qualquer água parada. 

Na maior parte das espécies, os ovos evoluem para adultos entre seis a dez dias, e são encontrados em águas paradas, onde as larvas se alimentam e se desenvolvem.

A Detecta possui um guia completo sobre as espécies de mosquitos (pernilongos) mais comuns aqui no Brasil, assim como as doenças que provocam e as formas como eliminar os focos que possam ameaçar sua empresa ou residência.

Somos referência no controle dessa e de outras pragas. Entre em contato com a Detecta e saiba mais:

Telefone (19) 3268.6200

WhatsApp (19) 3245.0723

E-mail: contato@detecta.com.br

Ou acesso nosso site: www.detecta.com.br

Escorpião é Praga Urbana? Como Controlar?

O calor não tem dado trégua nesse verão, não é mesmo? E se tem uma coisa que aumenta nessa época, junto com as temperaturas, é a presença de pragas urbanas. Uma delas, os escorpiões, tem se tornado cada vez mais comuns nos grandes centros urbanos. E é um problema que, gradativamente, só aumenta no país.

Em 2018, o Ministério da Saúde contabilizou mais de 140 mil acidentes com escorpiões no Brasil. No estado de São Paulo, foram mais de 30 mil casos. Além disso, a quantidade de pessoas picadas por escorpiões amarelos no país saltou mais de dez vezes desde a virada do século.

Poucos sabem o que fazer quando encontram um escorpião na sua residência ou estabelecimento comercial ou indústria. Até o perfil e os hábitos desse aracnídeo (da família das aranhas) são pouco conhecidos. Basta entrar em uma discussão nas redes sociais sobre o assunto para ser inundado com diferentes conselhos sobre como acabar com eles. Mas nem todas as “dicas” dão certo na hora de resolver uma infestação.

Elencamos abaixo alguns desses truques e algumas noções populares para eliminar os escorpiões. Saiba o que é verdade, meia verdade e o que é mito.

Escorpiões aparecem no verão só por causa do calor.

Meia verdade. Os escorpiões se adaptaram a temperaturas mais quentes em todo o planeta, e é nos locais com esse clima que são mais comuns. Contudo, se moldaram muito bem também ao ambiente urbano, onde encontraram condições favoráveis de alimentação e abrigo.

Escorpiões se escondem onde há mato e lixo.

Meia verdade. Não é somente nesses locais que eles gostam de morar. Também são encontrados em bueiros, caixas de esgoto, entulho, materiais de construção, frestas e buracos em paredes, além de caixas de fiação elétrica, de telefone e tomadas abertas.

Escorpiões comem lixo.

Mito. A principal fonte de alimentação dos escorpiões são os insetos – principalmente baratas.

Os escorpiões são insetos.

Mito. São aracnídeos (parentes, portanto, das aranhas). Hoje, os mais comuns em ambientes urbanos são os da espécie Tityus serrulatus (patas amarelas) – também responsáveis pelos acidentes de maior gravidade.

Os escorpiões se reproduzem rapidamente.

Verdade! Algumas espécies possuem reprodução assexuada, o que permite que uma fêmea tenha filhotes sem a necessidade de um escorpião macho. Isso facilita infestações, pois ela pode criar de 20 a 30 filhotes cada vez.

A picada do escorpião pode matar.

Verdade! O escorpião amarelo é o mais abundante e, infelizmente, perigoso. Seu veneno, neurotóxico, se distribui rapidamente pelo organismo, causando destruição neurológica do sistema nervoso central. Pode matar por parada cardíaca ou edema pulmonar. Nas crianças, o veneno se espalha e mata mais rápido.

Eles conseguem subir no seu apartamento?

Meia verdade. Escorpiões até conseguem subir paredes, mas é mais fácil entrar na sua casa ou apartamento se tiverem acesso às partes mais superiores de condomínios por meio de tubulações de água, esgoto e a própria dentro da estrutura do prédio (como dutos de energia).

Aroma de lavanda afasta escorpiões?

Meia verdade. Não há estudos que mostrem a eficácia desse método, mas manter um vaso dessa planta em casa para afastar essa e outras pragas é uma prática antiga. Há especialistas que afirmam que os óleos essenciais da lavanda, apesar de agradáveis para nós, são irritantes para os escorpiões.

A galinha de angola ajuda no controle da praga?

Meia verdade. Não somente as de angola, mas as galinhas de forma geral são predadoras naturais dos escorpiões e pequenos insetos. Mas há alguns fatores que dificultam a “logística” do encontro. Os escorpiões são predadores naturais das baratas, que vivem em tubulações de esgotos e pluviais. Logo, os escorpiões também são encontrados mais facilmente nesses locais. Além disso, os escorpiões têm hábitos noturnos, e as galinhas diurnas.

Dedetização resolve?

Sim! Mas é preciso saber o que exatamente dedetizar antes de contratar a Detecta. Considere fazer dedetização contra baratas ou outros bichos que servem de alimentos para eles, de forma a eliminar a comida dos escorpiões. Em alguns casos, o inseticida somente afasta o animal de seu habitat natural, fazendo com que entre nas residências.

Pois para cada tipo de praga existe um determinado tipo de produto.

Fale com a Detecta, nossa equipe pode orientar a melhor maneira de lidar com infestações por escorpião.

Entre em contato através

Telefone (19) 3268-6200

WhatsApp: (19) 3245-0723E-mail: contato@detecta.com.br