As Pragas Urbanas não respeitam a fase Roxa

Com o aumento de casos de covid-19, muitos estabelecimentos tiveram que parar temporariamente suas atividades devido à intensificação das restrições dos estados.

A previsão é que a fase roxa dure até dia 11 de Abril, ou seja, período propícias para a proliferação de pragas urbanas

saiba mais acessando: https://detecta.com.br/homepage/ambientes-fechados-pragas/.

Ratos, baratas, escorpiões e mosquitos gostam bastante de lugares escuros, escondidos, úmidos e sujos. Mas não somente esses animais: os microscópicos também escolhem esses ambientes para se proliferarem, como ácaros, fungos, vírus e bactérias.

Quando ocorrer uma flexibilização das atividades, é muito importante que os estabelecimentos que respeitaram as determinações do governo estejam preparados para reabrir suas portas para o atendimento ao público. Mas o que sua empresa, comércio ou indústria podem fazer nesse período para evitar as pragas urbanas e os patógenos prejudiciais à saúde?

Sanitização

A sanitização,  saiba mais acessando:

https://detecta.com.br/homepage/sanitizacao-x-controle-de-pragas-do-que-seu-ambiente-precisa/ consiste em uma higienização mais profunda voltada ao combate vírus, ácaros e bactérias. Pode ser feita em todos os ambientes, mas há locais em que deveria ser obrigatória – hospitais, clínicas de saúde, farmácias, restaurantes, bancos e indústrias.

Para inibir a proliferação de microorganismos nocivos à saúde, a Detecta utiliza um desinfetante a base de amônia quaternária de 5° geração, uma espécie de detergente que possui atividade antimicrobiana e toxicidade relativamente baixa. Há diversos estudos que mostram a eficácia da amônia quaternária na descontaminação de ambientes hospitalares, por exemplo.

Ao ser pulverizada no ambiente, a amônia quaternária penetra na membrana celular das bactérias e ácaros e na cápsula protetora dos vírus, destruindo esses microorganismos. Ainda que seja inofensivo aos seres humanos, o composto leva em torno de duas horas para agir no local. Por isso, a recomendação é que o ambiente sanitizado permaneça desocupado durante esse tempo.

Controle de pragas

Existem procedimentos determinados para cada uma das pragas mais temidas e incômodas dos ambientes urbanos.

-Escorpiões e baratas: Para ambos os casos, indica-se a dedetização. Mas não significa que o mesmo inseticida elimine de igual forma a barata e o escorpião.  A dedetização é recomendada para a eliminação das baratas como pragas e como alimento principal dos escorpiões saiba mais acessando:

https://detecta.com.br/homepage/escorpiao-e-praga-urbana-como-controlar/.

 -Ratos: Aqui indica-se a desratização, que é realizada contra ratazanas,
ratos de porão, ratos de telhado e camundongos. É um procedimento essencial, pois os roedores que habitam áreas urbanas, são vetores de uma série de doenças, como raiva e leptospirose, saiba mais acessando:

https://detecta.com.br/homepage/a-desafiadora-tarefa-do-controle-de-roedores-em-equilibrio-com-o-ecossistema/

-Cupim: A descupinização pode ser feita ou com a aplicação de inseticidas em furos estratégicos da madeira infestada – seguida de uma pulverização para evitar novas infestações, ou com o tratamento de barreira química, para bloquear a passagem de cupins.

-Pragas de grãos: O controle químico é o método mais utilizado para eliminar os insetos que se instalam nas sacas dos alimentos que chegam na mesa dos consumidores (arroz, milho, soja, feijão…). Tudo isso, claro, com respeito ao equilíbrio ambiental. Por isso, a Detecta adotou o uso de ozônio (O3), forma triatômica do oxigênio (O2), e gás carbônico (CO2), elementos seguramente capazes de acabar com as pragas de grãos dos alimentos. 

A Detecta possui o serviço certo para proteger você, sua família e seus colaboradores, principalmente nesse momento tão delicado de pandemia. Seguimos todos os protocolos rígidos de segurança e higiene para atender a todos com a máxima segurança.

Entre em contato com a Detecta!

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Quais são as espécies de escorpião mais perigosas?

Grande parte das espécies de escorpião vive nos desertos, aos quais esses animais se adaptaram muito bem por suportarem uma amplitude térmica diária na ordem dos 40 °C. Mas o terreno fértil que encontraram no ambiente urbano propiciou sua rápida proliferação. Hoje, presenciamos no Brasil uma verdadeira epidemia de escorpiões amarelos.

O número de casos com escorpiões praticamente quadriplicou nos últimos dez anos. Segundo o Ministério da Saúde, a média atualmente é de 429 picados por escorpião, por dia. Passamos de 40.287 episódios, em 2008, para 156.833 em 2018.

Em época de chuvas, animal peçonhento aparece com mais frequência em residências, industrias e comércios.

O mais comum – e mais perigoso é o escorpião-amarelo (Tityus serrulatus). Carnívoro, se alimenta de baratas e aranhas, mas sobrevive sem alimentação por um tempo prolongado. É a principal espécie no país a causar acidentes graves, com registro de óbitos, principalmente em crianças.

Oura espécie menos conhecida é o escorpião marrom. (Tityus bahiensis), mede 6 cm de comprimento, tem coloração muito escura e patas castanhas. É ele o responsável pelo maior número de casos de acidentes escorpiônicos em áreas rurais.

Como me protejo de uma infestação?

O verão é o período de reprodução das principais espécies de escorpiões do Brasil. Com as temperaturas mais elevadas, esses animais ficam escondidos geralmente em terrenos baldios, matas e entulhos, mas tendem a buscar abrigo nos imóveis próximos.

Sentem-se mais protegidos em locais onde há materiais de construção, tubulações de esgoto, entulho, frestas e buracos em paredes, além de caixas de fiação elétrica, de telefone.

Para evitar o surgimento deles é importante colocar telas de proteção nas janelas, ralos, rodinhos de vedação nas portas.

Tomei todas essas medidas. O que mais posso fazer?

Invista em dedetização! Considere contratar a Detecta para eliminar baratas e outras pragas que servem de alimentos para os escorpiões.

Em alguns casos, a utilização de inseticida não específico para esses aracnídeos somente o afasta de seu habitat, não o controlando, fazendo com acabem adentrando em residências e empresas.

Fale com a Detecta, nossa equipe pode orientar a melhor maneira de lidar com infestações por escorpião.

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Para cupim…dinheiro dá em árvore!

Uma história inusitada envolvendo cupins foi divulgada em alguns jornais no mês passado. Na Índia, um fazendeiro chamado Bijli Jamalayya juntou dinheiro para construir a casa própria por muitos anos e, ao abrir a caixa de madeira onde guardava as notas, descobriu que tudo havia sido simplesmente devorado por cupins. O indiano, que não possuía conta em banco, perdeu quase meio milhão de rúpias indianas, o equivalente a aproximadamente R$38 mil.

Os cupins não brincam em serviço. As espécies Cryptotermes, são as que transformam rapidamente qualquer item com celulose em comida. Isso significa que seus alvos não se restringem a móveis de madeira, mas tudo o que vem dela – revistas, livros, papelão, cartões, dinheiro, plantas e até roupas de algodão.

O mais interessante é que o organismo do cupim, sozinho, é incapaz de digerir todos esses materiais. Esse inseto precisa da energia obtida da quebra das moléculas de celulose, algo possível graças às celulases, isto é, enzimas que degradam a celulose.

Essas enzimas não ficam no sistema digestivo dos cupins, e sim nos microrganismos simbióticos que vivem em seus intestinos. São mais de 300 espécies diferentes, incluindo as bactérias Archaea, Bacteria e Eukarya, as responsáveis por aquele pozinho que você encontra embaixo de portas e do guarda-roupas infestados por cupins. Essa, aliás, é a principal pista de que sua casa ou escritório precisa urgente de uma descupinização.

Somente a descupinização resolve!

Uma colônia de cupins de madeira seca pode viver cerca de 10 anos dentro da madeira e pode ser encontrada nos lugares mais inusitados – molduras de quadro, portas, caixas e antiguidades. As infestações de novas estruturas se dão no momento pós acasalamento dos indivíduos alados (siriris ou aleluias) que deixam a antiga colônia para construir uma nova colônia. Isso ocorre, geralmente, na chegada da primavera. Saiba mais em: https://detecta.com.br/homepage/pragas/cupins/

Fale com a Detecta! Temos uma equipe especializada em controle de pragas urbanas e uma gama de serviços que atendem à sua necessidade.

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Covid-19 e Dengue: conheça as diferenças e previna-se

Até dia 20, muitas águas de março ainda vão rolar. O ano de 2021 começou influenciado pelo fenômeno denominado La Niña, alteração cíclica das temperaturas médias do Oceano Pacífico capaz de modificar diversos outros fenômenos, como a concentração de chuvas no Brasil. A previsão, com isso, é que o volume de chuvas se intensifique em muitas regiões. No Sudeste, a tendência é que as precipitações diminuam. Porém, assim como as chuvas não cessam, os casos de dengue também não.

O Brasil registrou quase 1 milhão de casos da dengue em 2020, além de 78.808 casos de chikungunya e 3.692 casos prováveis de zika. A tendência é que a média de casos de dengue se mantenha a mesma em 2021, pois a doença se tornou endêmica no mundo todo – de duração prolongada, exigindo continuidade das ações de controle vetorial.

Isso destaca a necessidade de reconhecer os sintomas que, aliás, são bem parecidos com os da Covid-19. Ambas possuem sintomas bem parecidos, como Febre, dor de cabeça e dor no corpo.  Porém, a Covid-19 é uma doença respiratória, que possui outros sinais que a diferenciam da dengue, como alteração do olfato e paladar, tosse seca e falta de ar. 

A dengue provoca outras reações no corpo, como dores nas articulações, atrás dos olhos e no abdômen, além de sangramento das mucosas e erupções cutâneas. A atenção deve ser redobrada quanto às outras reações devido ao prolongamento da doença – vômitos persistentes, tontura e queda de pressão em determinadas posições, e hepatomegalia (aumento do fígado) maior do que 2 cm.

A quantidade de casos no país e a gravidade da doença deixam clara a necessidade de estarmos atentos aos pontos de acúmulo de água. Mas o controle de pragas urbanas também é um grande aliado nesse momento.

A Detecta possui o serviço certo para proteger você, sua família e seus funcionários, principalmente nesse momento tão delicado de pandemia. Nossos agentes são equipados com roupas específicas, como macacão de tayvek – material 100% sintético feito de fibras de polietileno resistente à penetração bacteriana, e seguem protocolos rígidos de segurança e higiene para atender a todos com a máxima segurança.

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