E como fica o Aedes aegypti em época de COVID-19?

Embora a dengue não tenha relação direta com o novo coronavírus, há duas epidemias ao mesmo tempo, uma se espalha pelo vetor (Dengue), a outra que se espalha pelo ar (COVID-19). 

Mas afinal, como fica a situação do Aedes aegypti em época de COVID-19? 

Vale ressaltar que a dengue é uma doença que ocorre em todas as regiões do Brasil e não se propaga por meio do fluido de disseminação mais rápida como o COVID-19, não sendo possível comparar as duas doenças. Em tempos de crise, o que precisamos fazer é entender criticamente a situação epidemiológica atual.

Para se ter uma ideia da gravidade, segundo o Ministério da Saúde, entre a primeira semana de janeiro e o último dia de dezembro de 2019, foram notificados 1.544.987 casos prováveis de dengue. O número é 488% maior que o registrado em 2018.

Os casos de dengue aumentam a cada dia e, à medida que aumenta a distância social, os serviços de controle do Aedes aegypti prestados pelos profissionais de saúde ficam comprometidos por conta do risco de transmissão do coronavírus. Com isso, o controle da dengue fica em xeque. 

Logo nas primeiras quinze semanas de 2020, o país já registrou 557.750 casos prováveis de dengue, com uma taxa de incidência de 265,4 casos por 100 mil habitantes e 205 mortes provocadas pela doença. Mas, esses números podem ser ainda maiores, devido a subnotificação. 

(Dados do Ministério da Saúde)

Por isso, todo o cuidado com a dengue e o coronavírus, é pouco. Separamos algumas dicas de como prevenir a dengue, confira:

– Tome a Vacina da Dengue

– Evite o Acúmulo de Água

– Coloque tela nas janelas

– Coloque areia nos vasos de plantas

– Seja consciente com seu lixo

Site: https://detecta.com.br/

Redes Sociais: https://linktr.ee/Detecta

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