Para cupim…dinheiro dá em árvore!

Uma história inusitada envolvendo cupins foi divulgada em alguns jornais no mês passado. Na Índia, um fazendeiro chamado Bijli Jamalayya juntou dinheiro para construir a casa própria por muitos anos e, ao abrir a caixa de madeira onde guardava as notas, descobriu que tudo havia sido simplesmente devorado por cupins. O indiano, que não possuía conta em banco, perdeu quase meio milhão de rúpias indianas, o equivalente a aproximadamente R$38 mil.

Os cupins não brincam em serviço. As espécies Cryptotermes, são as que transformam rapidamente qualquer item com celulose em comida. Isso significa que seus alvos não se restringem a móveis de madeira, mas tudo o que vem dela – revistas, livros, papelão, cartões, dinheiro, plantas e até roupas de algodão.

O mais interessante é que o organismo do cupim, sozinho, é incapaz de digerir todos esses materiais. Esse inseto precisa da energia obtida da quebra das moléculas de celulose, algo possível graças às celulases, isto é, enzimas que degradam a celulose.

Essas enzimas não ficam no sistema digestivo dos cupins, e sim nos microrganismos simbióticos que vivem em seus intestinos. São mais de 300 espécies diferentes, incluindo as bactérias Archaea, Bacteria e Eukarya, as responsáveis por aquele pozinho que você encontra embaixo de portas e do guarda-roupas infestados por cupins. Essa, aliás, é a principal pista de que sua casa ou escritório precisa urgente de uma descupinização.

Somente a descupinização resolve!

Uma colônia de cupins de madeira seca pode viver cerca de 10 anos dentro da madeira e pode ser encontrada nos lugares mais inusitados – molduras de quadro, portas, caixas e antiguidades. As infestações de novas estruturas se dão no momento pós acasalamento dos indivíduos alados (siriris ou aleluias) que deixam a antiga colônia para construir uma nova colônia. Isso ocorre, geralmente, na chegada da primavera. Saiba mais em: https://detecta.com.br/homepage/pragas/cupins/

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