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O uso de água sanitária tem efeito limitado para higienização do ambiente

A sanitização de calçadas e áreas abertas ou fechadas com uso de água sanitária, apesar de garantir a efetiva higienização quando corretamente aplicado, tem efeito de pouca durabilidade, exigindo uma constante manutenção.

A Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas (Aprag) alerta para o impacto reduzido das ações em áreas públicas. E você sabia que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomenda saneantes aprovados para a limpeza de ambientes propícios à contaminação de bactérias, fungos e vírus, como o COVID-19?

Embora o uso de métodos adequados possa garantir um saneamento eficaz, o uso de água sanitária para higienizar calçadas e áreas abertas ou fechadas tem baixa durabilidade e requer manutenção frequente.

Caso não haja água sanitária, ela pode ser substituída por produtos como saponáceos (sabões e detergentes) e desinfetantes. Porém, a Aprag ressalta o uso de saneantes aprovados para a limpeza de ambientes e até a contratação de empresas especializadas na sanitização de ambientes.
Um deles é o Quaternário de amônio de 5ª geração e Peróxido de hidrogênio que a Detecta Controle de Pragas utiliza nos processos de sanitização de ambientes.

Como é feito o tratamento de sanitização?
Este tratamento de sanitização, realizado pela Detecta, é feito através do Quaternário de amônio de 5ª geração e Peróxido de hidrogênio, e indicado para ambientes que exijam desinfecção sem deixar resíduos de compostos químicos, tais como paredes, rodapés, corrimão e pisos, etc.

O tratamento com Quaternário de amônio de 5ª geração e Peróxido de hidrogênio não possui toxicidade, muitos tipos de vírus também são combatidos ao efeito sanitizante da aplicação, porém para cada situação podem ser necessárias medidas complementares de limpeza e desinfecção.

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Cuidados com a higienização de meu pet no novo cenário mundial

O novo normal estabelecido pela pandemia do coronavírus também influenciou o universo pet. A reabertura das praças e parques nas cidades do Brasil, devem levar os donos de animais a tomarem cuidados extras quando forem passear com seus pets nestes locais.

Para evitar que os animais tragam pragas como pulgas e carrapatos para dentro de casa, é necessário adotar medidas preventivas, como inspecionar os animais antes de andar e enxugá-los com álcool na volta.

A inspeção antes do passeio é importante porque, uma vez que reconhecemos a presença de pulgas ou carrapatos, devemos evitar que animais passem em parques e praças para evitar a infestação nessas áreas. Na volta, simplesmente limpe com álcool para eliminar o contato com as pragas mais comuns.

Se o animal voltar para casa após ser infectado por alguma bactéria ou praga, recomenda-se iniciar o tratamento imediatamente com um produto específico recomendado pelo veterinário. As pragas podem atacar os humanos e prejudicar sua saúde.

Tomar medidas preventivas e usar produtos veterinários apropriados é outra medida importante para evitar que os animais transportem esses ectoparasitas para qualquer ambiente.

No caso de pulgas ou carrapatos, o método ideal é fazer inseticidas com produtos adequados para evitar o risco de envenenamento animal e humano. Ressalta-se que somente empresas constituídas para esse fim autorizadas pela Anvisa podem prestar serviços de controle de pragas urbanas.

A higienização dos locais que os pets utilizam, principalmente onde dormem, é importante e deve ser feita pelo menos uma vez ao dia. Tanto pensando no cenário de pragas como para o novo coronavírus, pois os animais podem trazer o vírus para a casa, por isso, todo o cuidado é necessário.
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E como fica o Aedes aegypti em época de COVID-19?

Embora a dengue não tenha relação direta com o novo coronavírus, há duas epidemias ao mesmo tempo, uma se espalha pelo vetor (Dengue), a outra que se espalha pelo ar (COVID-19). 

Mas afinal, como fica a situação do Aedes aegypti em época de COVID-19? 

Vale ressaltar que a dengue é uma doença que ocorre em todas as regiões do Brasil e não se propaga por meio do fluido de disseminação mais rápida como o COVID-19, não sendo possível comparar as duas doenças. Em tempos de crise, o que precisamos fazer é entender criticamente a situação epidemiológica atual.

Para se ter uma ideia da gravidade, segundo o Ministério da Saúde, entre a primeira semana de janeiro e o último dia de dezembro de 2019, foram notificados 1.544.987 casos prováveis de dengue. O número é 488% maior que o registrado em 2018.

Os casos de dengue aumentam a cada dia e, à medida que aumenta a distância social, os serviços de controle do Aedes aegypti prestados pelos profissionais de saúde ficam comprometidos por conta do risco de transmissão do coronavírus. Com isso, o controle da dengue fica em xeque. 

Logo nas primeiras quinze semanas de 2020, o país já registrou 557.750 casos prováveis de dengue, com uma taxa de incidência de 265,4 casos por 100 mil habitantes e 205 mortes provocadas pela doença. Mas, esses números podem ser ainda maiores, devido a subnotificação. 

(Dados do Ministério da Saúde)

Por isso, todo o cuidado com a dengue e o coronavírus, é pouco. Separamos algumas dicas de como prevenir a dengue, confira:

– Tome a Vacina da Dengue

– Evite o Acúmulo de Água

– Coloque tela nas janelas

– Coloque areia nos vasos de plantas

– Seja consciente com seu lixo

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A Ameaça Invisível!

Antes, toda a preocupação de um dono de comércio, indústria e empresa era apenas com as ameaças visíveis de seu ambiente, pragas como roedores e insetos, porém tudo isso mudou.

Agora esse sentimento também foi transferido para a ameaça invisível do Coronavírus (COVID-19), onde muitas empresas se viram obrigadas a adequar suas medidas de segurança e higienização por conta deste vírus.

O único objetivo do novo coronavírus é sobreviver, conquistar o máximo de células possível e se multiplicar.
Da mesma forma, medidas de higiene devem ser estritamente observadas. Além de lavar as mãos de maneira correta e frequente para evitar a propagação de doenças, é recomendável que as pessoas estejam a pelo menos um metro e meio de distância. Isso ocorre porque as gotículas da tosse ou espirro de uma pessoa podem conter vírus.

Além de limpar móveis, equipamentos e vasos sanitários com álcool 70% ou água sanitária, é importante observar que a distância entre as pessoas é de no mínimo um metro e meio. Além disso, itens como talheres, lençóis, copos e toalhas só podem ser usados ​​por pessoas com diagnóstico de Covid-19.

Caso você seja diagnosticado e não tiver nenhuma complicação, de preferência, fique em casa. Se não houver outras doenças relacionadas ou pessoas sem risco, a Covid-19 não requer muitos cuidados.

Todo esse cuidado, também deve ser repassado para os comércios e indústrias onde os processos de dedetização devem ser considerados para a segurança dos ambientes.

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