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Pombos: de aves da nobreza a pragas urbanas

Quem observa uma revoada de pombos nas grandes cidades, em meio à sujeira habitual em que procuram alimentos, nem imagina que essas aves já foram consideradas ornamentais.

O pombo doméstico Columbia lívia é o mais conhecido por sua proximidade no convívio com o homem, especialmente em ambiente urbano. Originou-se por cruzamento seletivo da espécie selvagem, conhecida como “pombo das rochas”.

Há indícios que esse animal começou a ser domesticado desde a época do Egito Antigo, e registros de que chegaram ao Brasil com a família real portuguesa. Adaptaram-se rapidamente ao ambiente daqui, onde passaram a se proliferar após “saírem de moda”.

Uma cena que pode parecer bucólica…

Alimentar pombos faz parte do imaginário popular, mas a verdade é que, quando existe uma grande concentração de pombos em determinada, temos ali um problema de saúde pública.

O acúmulo de fezes e penas de pombos em espaços, por exemplo, pode ser tão grande ao ponto de entupir sistemas de drenagem de chuva, comprometer o funcionamento de equipamentos diversos, sem falar do risco de contaminar fontes de água e alimentos.

Um ponto importante é o Controle de Pombos – Segundo dados da Rede Criptococose no Brasil (RCB), formada por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em todo o mundo anualmente entre 200 e 300 mil novos casos da doença (Criptococose) ocorre, com cerca de 180 mil óbitos!!!

A Detecta pode ajudar empresas e gestores públicos a contornar esse problema, oferecendo estratégias e soluções para o controle dessas aves e as consequentes doenças que transmitem ao ser humano.

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